Deixa aqui
A tua boca em minha orelha
A tua voz em meu ouvido
As tuas palavras em minha alma
Bem de perto... bem de perto...
... Fica
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Ceumar - Cantiga
Mas eu te dou meu amor, little flower
Sete cravos, sete rosas, liro liro lê, liro liro lá
Girândolas, girândolas
Give me your love
Love me alive
Leve, me leve
Nas asas da borboleta leta
Que borbole bole bole
Sol que girassole, sole mio amore
Flore me now and forever
Never more flores
Never more flores
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Não gosto mais das comidas de mercado
Prefiro as que compro em lojas de produtos naturais
Sem muitos conservantes e sabores artificiais
Engraçado como uma coisa leva a outra
Engraçado ver um setor da vida em outro se entrelaçar
Também não gosto mais das pessoas de mercado
Cheias de rótulos, bem fáceis de se encontrar
A diferença é que vez ou outra, ainda consigo comer uma trakinas
Prefiro as que compro em lojas de produtos naturais
Sem muitos conservantes e sabores artificiais
Engraçado como uma coisa leva a outra
Engraçado ver um setor da vida em outro se entrelaçar
Também não gosto mais das pessoas de mercado
Cheias de rótulos, bem fáceis de se encontrar
A diferença é que vez ou outra, ainda consigo comer uma trakinas
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Ano velho
Mais bonito que o espírito natalino é o Ano novo...
Imploram pela paz enquanto comem cadáveres
Pedem um mundo melhor financiando o trabalho escravo em suas roupas Nike e Adidas
Prometem emagrecer se empanturrando do que há de mais caro
E sonham com mudanças realizando tradições de mil anos atrás...
Há, e eu que me achava irônica.
Imploram pela paz enquanto comem cadáveres
Pedem um mundo melhor financiando o trabalho escravo em suas roupas Nike e Adidas
Prometem emagrecer se empanturrando do que há de mais caro
E sonham com mudanças realizando tradições de mil anos atrás...
Há, e eu que me achava irônica.
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quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Meu caso de amor com uma velha
Eu ando nas ruas de cabeça baixa ou olhando reto. Fazendo mil planos. De quem serei, do que farei. De como mudarei o mundo, do quanto permitirei a ele me mudar. De como serei útil. Enquanto andava uma velha passou por mim. Não era bonita, nem feia, não era pobre, mas com certeza não tinha dinheiro. Era uma velha. Ela disse: "Bom dia". Sorri. De que adiantam tantos planos e tantas revoluções silenciosas se não se diz Bom Dia? Imaginei quantos Bons Dias ela diz por dia. Imaginei quantas pessoas ela faz sorrir. É, ela é mais útil do que eu.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
Herança Mortal
Foram todos substituídos
Os galhos de vida abolidos
A água que corria secou no calor
E aqui veio morar um senhor
Que festival de cores aqui se amavam
Quando as diferenças se encontravam
E todo mundo andava sempre solto
Um organismo no outro envolto
O tal senhor aparentemente ranzinza
Trouxe consigo muita gente
Que é grande, quadrada e cinza
Que não respira, não ama, não mente
A gente grande daqui era verde e dava fruto
Os que nelas brincavam de toda cor
As de agora ficam em repouso absoltuto
E delas sai uma fumaça cheia de dor
Toda beleza vira papel
Papel que vira mais gente incolor
Tudo que se escuta é tropel
Tudo que se sente é mais calor
E para os filhos que nunca terei
Deixo minhas desculpas, meu arrependimento
Por essa herança que sem querer deixei:
Um mundo sem água, sem cor, sem vento
Os galhos de vida abolidos
A água que corria secou no calor
E aqui veio morar um senhor
Que festival de cores aqui se amavam
Quando as diferenças se encontravam
E todo mundo andava sempre solto
Um organismo no outro envolto
O tal senhor aparentemente ranzinza
Trouxe consigo muita gente
Que é grande, quadrada e cinza
Que não respira, não ama, não mente
A gente grande daqui era verde e dava fruto
Os que nelas brincavam de toda cor
As de agora ficam em repouso absoltuto
E delas sai uma fumaça cheia de dor
Toda beleza vira papel
Papel que vira mais gente incolor
Tudo que se escuta é tropel
Tudo que se sente é mais calor
E para os filhos que nunca terei
Deixo minhas desculpas, meu arrependimento
Por essa herança que sem querer deixei:
Um mundo sem água, sem cor, sem vento
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Eu não nego, eu me entrego.
Ps. Me sinto tão ridícula fazendo declarações para o além quando gostaria de dize-las afinal. Entretanto, compreendo que talvez nem todo mundo goste de atender ao telefone as 2:00h da madrugada para ouvir as seis palavras acima.
Ps. Me sinto tão ridícula fazendo declarações para o além quando gostaria de dize-las afinal. Entretanto, compreendo que talvez nem todo mundo goste de atender ao telefone as 2:00h da madrugada para ouvir as seis palavras acima.
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