Abriu os olhos e botou-se a notar
Pés, mãos, bocas e barrigas
Sangue, terra, armas e feridas
Rostos cansados de sofrimento
Sonhos deixados ao vento
A culpa é deles, é minha, é sua
Lute por isso, vá para a rua
Tomou coragem para se mexer
De vez fazer aquilo desaparecer
Cumpriu a tarefa complicada
Deixou tudo calado
Televisão deligada
Problema acabado
Fechou os olhos e voltou a cochilar
2 comentários:
Que doce surpresa descobrir que você também tem esse fardo da poesia aí nas costas. Pesa um mundo, não é?
Vou te favoritar e voltarei para comentar, juro.
Beijos!
Revolucionários preguiçosos. É pra lutar pelo quê mesmo?
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